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PARA SER UM BOM HANDLER – Flavio Werneck

GOSTAR DE CÃES É O PRINCIPAL REQUISITO 
PARA SER UM BOM HANDLER – Flavio Werneck

GOSTAR DE CÃES É O PRINCIPAL REQUISITO 
PARA SER UM BOM HANDLER

 No começo do ano Flávio Werneck nos concedeu uma entrevista e comentou suas experiências como handler e sua carreira nos EUA. Durante a conversa por telefone ficou bem claro que sua maior preocupação no momento era estar de bem consigo próprio e se sentir feliz.

Fotos:Cássio S. Alves

AllenKirbyFlavio

AU! AU! Quando você iniciou sua vida de handler (profissional responsável pela apresentação e carreira dos cães nas exposições)? Flávio Foi em 1977 que pela primeira vez cobrei para apresentar cães em exposição. Gostava de cães e tinha um pouco de habilidade com eles e depois fui evoluindo profissionalmente.

AU! AU! Qual foi seu primeiro cachorro e quais as raças de cães que você possui atualmente? Flávio Era uma Collie e chamava-se Lessie. Atualmente possuo Fox Terrier, Dobermann e Setter Irlandês.

 

Em primeiro lugar gostar de cachorros e depois psicologia tanto aplicada aos cães como para os seres humanos.

AU! Na sua opinião quais os requisitos para ser um bom handler? Flávio Em primeiro lugar gostar de cachorros e depois psicologia tanto aplicada aos cães como para os seres humanos. 

AU! Você está há um bom tempo na cinofilia. Faça uma comparação. O que mudou? Flávio De um modo geral não tem comparação. O nível profissional melhorou muito. Diversos handlers foram para os EUA e se especializaram, houve uma sofisticação dos equipamentos e uma gama maior de novos produtos tanto para grooming como para a saúde dos cães. Na época era entrar com a cara e coragem e contar com a habilidade pessoal e técnicas, pois não havia toda essa tecnologia 

AU! Como foi a experiência de trabalhar nos EUA? Flávio Foi maravilhoso! Sair de nosso país e exergar além de comparar nosso “show” com a visão de fora. Nos EUA você compete com os melhores do mundo e isso é muito benéfico. 

AU! O que falta na cinofilia Nacional? Flávio Falta um pouco de incentivo tanto no aspecto técnico como social. Um maior aprofundamento técnicos dos clubes para que haja uma evolução dos profissionais, através da divisão das informações, compartilhar novidades e experiência. Essa troca possibilitará uma evolução profissional que refletirá na organização e conseqüentemente melhoria financeira para os clubes e eventos. É necessário uma catequização dos clubes (kenel).

É necessário uma catequização dos clubes (kennel)

 Juiz

AU! Quanto tempo você morou em São Paulo e por que voltou para Minas Gerais? Flávio Morei em São Paulo de 1981 à 1994. Voltei para Minas porque minha família mora lá. 

AU! Quais os ossos do ofício de handler? Flávio Relacionamento. Apego a determinados cães que depois da ‘campanha’ ( campanha são as exposições que os cães participam para se tornar grandes campeões) voltam para o dono . A relação com o cão é estreita e você acaba ficando muito apegado. 

AU! Quais os prazeres do oficio? Flávio A competição e perfeccionismo técnico e artístico. Mostrar o melhor que o cachorro tem e é. Isso é muito bom. 

AU! Como são os circuitos de exposição nos EUA. Flávio É uma loucura. Existem circuitos de exposições que duram doze, cindo dias consecutivos. Porém, desde o recinto das exposições aos veículos e condições das estradas são bem melhores do que aqui.

Font

http://www2.uol.com.br/au/flaviowerneck.htm

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